A coordenadora da CDU/Torres Novas, vai realizar uma Conferência de Imprensa na próxima SEXTA FEIRA,12 DE JULHO às 17H30 junto à entrada do Hospital de Torres Novas, com o objectivo de denunciar o perigo da alienação do Hospital, pois tal situação nunca foi tão real como hoje.
quarta-feira, 10 de julho de 2013
terça-feira, 9 de julho de 2013
Os cabeças de lista às freguesias: RIACHOS
António Júlio Pereira Jorge - 1º Candidato à Freguesia de Riachos
António Júlio Pereira Jorge nasceu a 27 de Maio de 1961, em Riachos, concelho de Torres Novas.
É Operador de Máquinas-Ferramentas na EMEF – Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário - Entroncamento.
Estudou até ao 9º Ano de Escolaridade e posteriormente até ao 12º, na Escola Secundária de Torres Novas (Escola Maria Lamas).
Iniciou a sua carreira profissional em Abril de 1979 na RN – Rodoviária Nacional – Centro de Mercadorias, em Santa Iria da Azoia – Concelho de Loures.
Em Setembro de 1980 ingressou na CP - Caminhos de Ferro Portugueses – Entroncamento, tendo transitado para a EMEF aquando da sua criação em 1993. Onde se mantém até hoje, como Operador de Máquinas-Ferramentas.
Exerceu como atividade profissional independente, funções de Assistente de Vendas no Circulo de Leitores, entre 1995 e 2000. Tendo a responsabilidade da visita e atendimento de todos os seus sócios moradores na vila de Riachos. Tendo-lhe sido atribuída uma Menção Honrosa, entre outros prémios, pelo excecional atendimento aos seus Sócios.
Aproximadamente durante vinte anos exerceu atividades comerciais como colaborador, nos ramos do vestuário, alimentar e de decoração.
Frequentou vários cursos e formações ao longo dos anos, como: Curso de Desenho Técnico e de Construção Civil; Curso de Mestre Torneiro; Curso Básico de Higiene e Segurança no Trabalho; Competências Informáticas de Base; Missões de Produtividade, medida – Alcoolismo no trabalho; entre outros.
Cumpriu o Serviço Militar Obrigatório na EPC – Escola Prática de Cavalaria em Santarém, sendo destacado para o DRMSA – Distrito de Recrutamento e Mobilização de Santarém, onde desempenhou funções da sua especialidade – 1º Cabo Escriturário, na Secção de Arquivo. Tendo sido citado com público Louvor por este DRMSA, pelas excecionais qualidades de trabalho, bom senso e dedicação.
No sindicalismo foi, durante vários anos, Delegado de Segurança representante dos trabalhadores de um setor da CP – Entroncamento, numa das Comissões Locais de Higiene e Segurança, então existentes, e depois na EMEF.
No associativismo foi Fundador e o primeiro Presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola do 1º Ciclo do Ensino Básico de Riachos.
Presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Dr. António Chora Barroso – Riachos, durante quatro mandatos, em que, por inerência do cargo foi membro da Assembleia de Escola, Concelho Pedagógico e Concelho Disciplinar. Tendo colaborado na elaboração do 1º Regulamento Interno da Escola, no Novo Processo de Gestão das Escolas, no Projeto Educativo e no processo de criação do Agrupamento Vertical General Humberto Delgado.
Também nesta altura fundou uma Federação Concelhia das Associações de Pais e Encarregados de Educação do Concelho de Torres Novas.
Foi durante algum tempo representante dos pais e encarregados de educação das várias escolas do Concelho na Comissão de Proteção de Menores de Torres Novas.
Foi Fundador do NAR – Núcleo de Arte de Riachos em Janeiro de 2010 e, é o seu Presidente desde essa data.
É Tesoureiro da Direção da Associação para a Defesa do Património Histórico e Natural da Região de Riachos.
É Tesoureiro de O Riachense - Cooperativa Editora e de Promoção Cultural de Riachos, C.R.L., proprietária do jornal O Riachense.
E é também Secretário da Mesa da Assembleia Geral da Bênção do Gado Associação Cultural.
No desporto foi columbófilo e praticou durante algum tempo atletismo no CAR.
Na juventude foi membro do Movimento Encontro de Jovens SHALOM.
Na área das artes é artista plástico autodidata, tendo como hobby a Escultura, principalmente em ferro. Arte através da qual tem participado em várias exposições coletivas e individuais.
Também a Fotografia é uma paixão que o tem levado a participar em alguns concursos e exposições, tendo em 2008 ganho o 2º Prémio do Concurso de Fotografia da E.M.E.F., sob o tema “a EMEF revisitada”.
Fez pela primeira vez parte das listas da CDU, para a Assembleia de Freguesia, em 2005 e depois nas eleições autárquicas em 2009. Sendo membro deste Órgão desde esta data. É Coordenador da Comissão de Cultura da Assembleia de Freguesia.
António Júlio Pereira Jorge nasceu a 27 de Maio de 1961, em Riachos, concelho de Torres Novas.
É Operador de Máquinas-Ferramentas na EMEF – Empresa de Manutenção de Equipamento Ferroviário - Entroncamento.
Estudou até ao 9º Ano de Escolaridade e posteriormente até ao 12º, na Escola Secundária de Torres Novas (Escola Maria Lamas).
Iniciou a sua carreira profissional em Abril de 1979 na RN – Rodoviária Nacional – Centro de Mercadorias, em Santa Iria da Azoia – Concelho de Loures.
Em Setembro de 1980 ingressou na CP - Caminhos de Ferro Portugueses – Entroncamento, tendo transitado para a EMEF aquando da sua criação em 1993. Onde se mantém até hoje, como Operador de Máquinas-Ferramentas.
Exerceu como atividade profissional independente, funções de Assistente de Vendas no Circulo de Leitores, entre 1995 e 2000. Tendo a responsabilidade da visita e atendimento de todos os seus sócios moradores na vila de Riachos. Tendo-lhe sido atribuída uma Menção Honrosa, entre outros prémios, pelo excecional atendimento aos seus Sócios.
Aproximadamente durante vinte anos exerceu atividades comerciais como colaborador, nos ramos do vestuário, alimentar e de decoração.
Frequentou vários cursos e formações ao longo dos anos, como: Curso de Desenho Técnico e de Construção Civil; Curso de Mestre Torneiro; Curso Básico de Higiene e Segurança no Trabalho; Competências Informáticas de Base; Missões de Produtividade, medida – Alcoolismo no trabalho; entre outros.
Cumpriu o Serviço Militar Obrigatório na EPC – Escola Prática de Cavalaria em Santarém, sendo destacado para o DRMSA – Distrito de Recrutamento e Mobilização de Santarém, onde desempenhou funções da sua especialidade – 1º Cabo Escriturário, na Secção de Arquivo. Tendo sido citado com público Louvor por este DRMSA, pelas excecionais qualidades de trabalho, bom senso e dedicação.
No sindicalismo foi, durante vários anos, Delegado de Segurança representante dos trabalhadores de um setor da CP – Entroncamento, numa das Comissões Locais de Higiene e Segurança, então existentes, e depois na EMEF.
No associativismo foi Fundador e o primeiro Presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola do 1º Ciclo do Ensino Básico de Riachos.
Presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Dr. António Chora Barroso – Riachos, durante quatro mandatos, em que, por inerência do cargo foi membro da Assembleia de Escola, Concelho Pedagógico e Concelho Disciplinar. Tendo colaborado na elaboração do 1º Regulamento Interno da Escola, no Novo Processo de Gestão das Escolas, no Projeto Educativo e no processo de criação do Agrupamento Vertical General Humberto Delgado.
Também nesta altura fundou uma Federação Concelhia das Associações de Pais e Encarregados de Educação do Concelho de Torres Novas.
Foi durante algum tempo representante dos pais e encarregados de educação das várias escolas do Concelho na Comissão de Proteção de Menores de Torres Novas.
Foi Fundador do NAR – Núcleo de Arte de Riachos em Janeiro de 2010 e, é o seu Presidente desde essa data.
É Tesoureiro da Direção da Associação para a Defesa do Património Histórico e Natural da Região de Riachos.
É Tesoureiro de O Riachense - Cooperativa Editora e de Promoção Cultural de Riachos, C.R.L., proprietária do jornal O Riachense.
E é também Secretário da Mesa da Assembleia Geral da Bênção do Gado Associação Cultural.
No desporto foi columbófilo e praticou durante algum tempo atletismo no CAR.
Na juventude foi membro do Movimento Encontro de Jovens SHALOM.
Na área das artes é artista plástico autodidata, tendo como hobby a Escultura, principalmente em ferro. Arte através da qual tem participado em várias exposições coletivas e individuais.
Também a Fotografia é uma paixão que o tem levado a participar em alguns concursos e exposições, tendo em 2008 ganho o 2º Prémio do Concurso de Fotografia da E.M.E.F., sob o tema “a EMEF revisitada”.
Fez pela primeira vez parte das listas da CDU, para a Assembleia de Freguesia, em 2005 e depois nas eleições autárquicas em 2009. Sendo membro deste Órgão desde esta data. É Coordenador da Comissão de Cultura da Assembleia de Freguesia.
domingo, 7 de julho de 2013
sábado, 6 de julho de 2013
RIACHOS: mais uma prova da urgência de demissão do Governo PSD/CDS. Só agrava o empobrecimento geral de trabalhadores e populações.
Trabalhadores da transportadora Luz&Irmão à porta da empresa sem patrão
Cerca de vinte trabalhadores da transportadora "Luz&Irmão" de Riachos, em Torres Novas, estiveram durante toda a sexta-feira, 5 de Julho, nas instalações da empresa à espera que os novos patrões os recebessem para começar a laborar. Em vão. A empresa foi vendida há cerca de quinze dias a um grupo luso-espanhol que chegou a reunir-se com os trabalhadores, antes de os mandar de férias duas semanas com o pretexto de que iriam comprar mais camiões e outra maquinaria pesada. Na mesma reunião receberam a garantia de que no dia 5 de Julho iriam receber um mês de ordenado e mais 50% da dívida dos ordenados em atraso. Os restantes 50% seriam pagos em prestações acrescidas aos salários. Ao invés disso, os homens encontraram um parque automóvel deserto, os escritórios esvaziados e os telemóveis dos novos accionistas desligados, tal como O MIRANTE confirmou através de tentativas de contacto. "Somos o clube dos enganados", desabafavam. Ao final da tarde foi decidido, juntamente com o advogado do Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos do Centro, darem entrada, o mais breve possível, com um processo de insolvência no Tribunal de Torres Novas.
(in Mirante)
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Sintético da Silvã, continua o escândalo e o desleixo
Comunicado de
Imprensa
Sintético da
Silvã,
continua o
escândalo e o desleixo
Na
última reunião da Assembleia Municipal de Torres Novas , realizada a 28 de
Junho, a CDU voltou mais uma vez , ( já perdemos a conta às vezes que ao longo
dos anos na Câmara e Assembleia Municipal solicitámos a resolução do problema, além
de outras formas de denúncia, vêr foto abaixo) para a situação degradante do
sintético da Silvã.
O
presidente da Junta de Freguesia de Lapas, eleito pela CDU, transmitiu a
preocupação que se transcreve:
“Solicito ainda que fique registado, mais uma vez
em acta, a preocupação do executivo da Junta de Freguesia de Lapas pelo estado
em que se encontra o sintético da Silvã. De facto aquele espaço continua na
mesma, isto é, sem as condições mínimas de segurança, representando um perigo
para a integridade física de quem o vai utilizando, nomeadamente pelos arames
da rede que estando dobrados e/ou partidos são um perigo permanente.
Pela maneira anárquica
como é utilizado, é motivo permanente de conflitos, que se agudizaram, com a
utilização daquele espaço para treinos de atletas das camadas jovens do Clube
Desportivo de Torres Novas que foram selecionados para o respectivo mundialito.”
Durante anos o Sr. Presidente da Câmara lamentou a
situação, que era uma vergonha, mas nunca resolveu o problema.
Acontece que o Sr. Presidente praticamente desapareceu da
vida do município em geral e da Assembleia Municipal em particular, onde tinha
a obrigação democrática de estar presente, deixando o leme ao Vice-Presidente
,Pedro Ferreira. Mas a situação em nada se alterou.
Assim, na última reunião da Assembleia Municipal o
Vice-Presidente, Pedro Ferreira, rebobinou a cassete do costume, que a situação
é lamentável.
Verificamos que mudam os protagonistas do PS, mas a
política continua a mesma. Os
utilizadores do sintético da Silvã, já sabem que a situação é lamentável,
querem é o campo arranjado.
Torres
Novas, 5 Julho 2013
A
Coordenadora da CDU/Torres Novas
Perante o avolumar de queixas dos torrejanos, recordamos a posição da CDU
Posição da CDU sobre a anunciada saída da
Medicina Interna do Hospital de Torres Novas
em
6 de Maio 2013
Ao tomar conhecimento da saída das duas unidades de Medicina
Interna do Hospital de Torres Novas em 6 de Maio de 2013, a CDU–Coligação
Democrática Unitária, decidiu tornar
público a seguinte posição.
1.
A CDU reafirma o seu apoio
ao Centro Hospitalar do Médio Tejo, como uma única entidade que sendo constituída por três unidades
hospitalares, só pode ser entendida como um todo nos termos da sua concepção. A
sua gestão deve explorar todas as potencialidades, rendibilizar as instalações
e equipamentos e colocá-los ao serviço da população. Entendemos que devem ser
comuns aos três hospitais as seguintes valências: Urgência Médica/Cirúrgica,
Medicina Interna, Pediatria e Cirurgia do Ambulatório, bem como os cuidados
prestados em ambulatório.
2.
Esta medida insere-se numa
política levada a cabo pelas sucessivas administrações de esvaziamento da
unidade Hospitalar de Torres Novas - no
seguimento das políticas erradas dos sucessivos governos - com a
consequência directa na degradação do acesso dos utentes aos cuidados de saúde,
tornando-os mais caros e mais distantes. Tais medidas têm contribuído para o
aumento das despesas, ansiedade e sofrimento dos doentes e respectivas
famílias.
2.1 Com a saída da medicina interna, o Hospital
de Torres Novas com capacidade para 140 camas, ficará reduzido a cerca
de 1/3 das camas. Acresce que a concentração em Abrantes vai reduzir em
18 camas a capacidade de internamento desta especialidade cuja taxa de ocupação
ronda geralmente os 100%.
2.2 Esta medida agora anunciada é altamente preocupante
face ao sucessivo esvaziamento que se tem vindo a verificar no Hospital de
Torres Novas, de serviços de que a
população tem grande necessidade e de que são exemplos a Urgência Médica/Cirúrgica e Cirurgia, com elevada procura e altas
taxas de ocupação.
2.3 A saída da Medicina Interna contribui
fortemente para a desmotivação dos profissionais que vêem as suas condições
profissionais e de trabalho degradarem-se. Contribui também de forma
preocupante para a destruição de postos
de trabalho em Torres Novas (estimados em 80).
2.4 Em suma, trata-se de mais uma reorganização
em cima de tantas outras, cujas consequências têm sido sempre em prejuízo dos
utentes, cujas prioridades são sempre anunciadas com objectivos muito nobres,
mas nas quais os doentes nunca são prioridade, como a realidade dos
factos confirma.
3.
A CDU considera que o CA do
CHMT parece ter uma agenda escondida. Se assim não é, como explicar que a
seguir a uma “reorganização” apareçam várias fases (contradizendo a anterior)
cujo resultado prático foi sempre a diminuição de serviços? Como explicar que o
valor inicialmente indicado como défice acumulado que serviu como “papão” para
iniciar o corte de serviços, afinal era mais baixo? Como explicar que nem a
outros órgãos sociais tenha sido prestada informação ou documentação sobre as
alterações que o CHMT está a sofrer, como o caso da concentração do
internamento da Medicina Interna? E como vão explicar de onde vêm os
financiamentos para as obras e equipamentos das “valências de excelência” em
Torres Novas? Havendo tantas dificuldades de financiamento, como se explica a
realização de obras em instalações excelentes sem quaisquer estudos técnicos?
Por que ainda não foi tornada pública a monitorização de Dezembro de 2012? Por
que não se conhece ainda o Plano de Actividades e Orçamento para 2013? Por que
não são divulgados os resultados da auditoria instaurada pelo CA, de que se
sabe ter uma primeira e depois uma segunda fase?
4.
Por tudo isto, a CDU opõe-se a qualquer processo
de esvaziamento do Hospital de Torres Novas e defende a posição de que o actual Conselho de Administração deverá ser
substituído, para dar lugar à
possibilidade de participação da comunidade na elaboração de um Plano
Estratégico para todo o sector da saúde no Médio Tejo, que privilegie a
articulação entre os diversos níveis de prestação de cuidados de saúde, que
defina quais as valências que pela sua importância social e clínica devem estar
nas três unidades hospitalares e sejam definidos objectivos claros e
quantificados para a promoção e valorização de todas as outras valências, com a
utilização de todas as potencialidades de instalações, equipamentos e recursos
humanos. A continuar a actual política governamental no sector da saúde
a nível nacional e a sua aplicação pelo CA do CHMT, no Médio Tejo,
apenas poderemos contar com aumento de níveis de ansiedade colectiva que vão
potenciar o sofrimento de doentes e familiares.
5.
A CDU denuncia
a conivência da actual maioria autárquica (PS) com estas medidas erradas, sempre muita pronta a desculpar os sucessivos conselhos de
administração e as políticas governamentais que têm conduzido à actual
situação, na ausência firme e consequente de denúncia e condenação do
esvaziamento do hospital, como se confirma pelo silêncio em relação à agora
anunciada saída da Medicina Interna, bem como na ausência da mobilização dos
munícipes na defesa legítima e constitucional do acesso aos cuidados de saúde.
6.
Por último, a CDU pretende
que na próxima reunião ordinária da Assembleia
Municipal, que se deve realizar durante o mês de Abril, esta matéria seja
discutida com a profundidade inerente à grave situação existente, propondo as
medidas que no momento considere adequadas para impedir a concretização das
medidas previstas.
Nesse sentido, os eleitos da CDU, enviaram um
ofício ao Presidente da Assembleia Municipal de Torres Novas para incluir na
ordem de trabalhos um ponto para discussão da situação do CHMT e em particular
da unidade Hospitalar de Torres Novas, que já foi aceite.
12 Abril 2013
A Coordenadora da CDU - Torres Novas
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