Reunião CMTN 19.11.13
Período de antes da OD
*Após a vista que fizemos aos
serviços municipais gostava de saudar os funcionários desta Câmaras que mesmo
sem condições para desempenharem as suas funções fazem-no com empenhamento e
profissionalismo. Aliás, essa atitude deve ser ainda mais salientada quando são
conhecidas as grandes dificuldades por que passam em resultado das graves
decisões deste governo que afectam
negativamente a sua vida. Para diminuir esses sacrifícios, seria de toda
a justiça que a Câmara decidisse suspender a aplicação do horário das 40 horas
como aliás tem vindo a acontecer em diversos municípios nossos vizinhos, como
Entroncamento, Almeirim, Golegã, Tomar, Ferreira do Zêzere, Mação, Salvaterra
de Magos, Benavente, Chamusca, Alcanena e Rio Maior. Essa era a melhor
homenagem que a Câmara podia fazer aos seus funcionários.
*Quero manifestar uma palavra de
satisfação pela iniciativa da Câmara ao comemorar os 120 anos de Maria Lamas.
Trata-se de facto de um acontecimento muito importante ao qual o município deu
o devido destaque elevando mais alto esta torrejana e a sua obra. No entanto
estas comemorações ficariam totalmente preenchidas se a Câmara completasse o
processo de atribuição do Prémio Maria Lamas. E isso significaria muito
simplesmente pagar o Prémio, ou seja atribui-lo de facto à vencedora do mesmo.
Aliás, em plena campanha eleitoral todos os candidatos, de uma ou de outra
forma, garantiram que estariam na disposição de pagar o prémio atribuído. AS
este respeito, devo salientar o que disse nessa ocasião o actual Presidente da
Câmara “Foi um processo turtuoso que merece ser reanalisado”. Entendo que é
precisamente isso que devemos fazer.
*O Presidente anunciou na última
reunião de Câmara, na qual não participei, qual a composição do seu gabinete de
apoio pessoal.. Nada me move contra as pessoas nomeadas, rigorosamente nada,
porque tais cargos são de nomeação exclusiva do Presidente e terão a sua
confiança. Mas não deixarei de fazer um comentário político relativamente à nomeação
do adjunto do gabinete, pois não se compreende que este seja membro da
Assembleia Municipal que fiscaliza a acção da Câmara e simultaneamente adjunto
do gabinete de apoio do Presidente. Sei que tal situação não é ilegal mas é
politicamente criticável. E devo também dizer que esta mesma nomeação é
perfeitamente legal mas tenho dúvidas sobre a legalidade do exercício das funções
que lhe terão sido atribuídas. Por isso, e de forma a esclarecer melhor a
situação, gostava de saber quais são concretamente as funções que o Presidente
atribuiu ao seu adjunto.
Carlos Tomé
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