quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Notas sobre a reunião da C M TORRES NOVAS


Reunião CMTN  19.11.13

Período de antes da OD


*Após a vista que fizemos aos serviços municipais gostava de saudar os funcionários desta Câmaras que mesmo sem condições para desempenharem as suas funções fazem-no com empenhamento e profissionalismo. Aliás, essa atitude deve ser ainda mais salientada quando são conhecidas as grandes dificuldades por que passam em resultado das graves decisões deste governo que afectam  negativamente a sua vida. Para diminuir esses sacrifícios, seria de toda a justiça que a Câmara decidisse suspender a aplicação do horário das 40 horas como aliás tem vindo a acontecer em diversos municípios nossos vizinhos, como Entroncamento, Almeirim, Golegã, Tomar, Ferreira do Zêzere, Mação, Salvaterra de Magos, Benavente, Chamusca, Alcanena e Rio Maior. Essa era a melhor homenagem que a Câmara podia fazer aos seus funcionários.

*Quero manifestar uma palavra de satisfação pela iniciativa da Câmara ao comemorar os 120 anos de Maria Lamas. Trata-se de facto de um acontecimento muito importante ao qual o município deu o devido destaque elevando mais alto esta torrejana e a sua obra. No entanto estas comemorações ficariam totalmente preenchidas se a Câmara completasse o processo de atribuição do Prémio Maria Lamas. E isso significaria muito simplesmente pagar o Prémio, ou seja atribui-lo de facto à vencedora do mesmo. Aliás, em plena campanha eleitoral todos os candidatos, de uma ou de outra forma, garantiram que estariam na disposição de pagar o prémio atribuído. AS este respeito, devo salientar o que disse nessa ocasião o actual Presidente da Câmara “Foi um processo turtuoso que merece ser reanalisado”. Entendo que é precisamente isso que devemos fazer.

*O Presidente anunciou na última reunião de Câmara, na qual não participei, qual a composição do seu gabinete de apoio pessoal.. Nada me move contra as pessoas nomeadas, rigorosamente nada, porque tais cargos são de nomeação exclusiva do Presidente e terão a sua confiança. Mas não deixarei de fazer um comentário político relativamente à nomeação do adjunto do gabinete, pois não se compreende que este seja membro da Assembleia Municipal que fiscaliza a acção da Câmara e simultaneamente adjunto do gabinete de apoio do Presidente. Sei que tal situação não é ilegal mas é politicamente criticável. E devo também dizer que esta mesma nomeação é perfeitamente legal mas tenho dúvidas sobre a legalidade do exercício das funções que lhe terão sido atribuídas. Por isso, e de forma a esclarecer melhor a situação, gostava de saber quais são concretamente as funções que o Presidente atribuiu ao seu adjunto.

 

Carlos Tomé

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